
by: Luna Schumman e Mary Halen
Desde que Edward pôs seus pés na Mansão Black acontecimentos estranhos e perturbadores ocorreram.
E agora Jacob morreu.
Os policiais não encontram o assassino nem as provas.
Agora quem está em perigo é o filho de Bella.
Charlly se virou para mim e disse em uma voz assustada:
“Ele não é real”
Prólogo
O céu estava cinzento e sombrio, os trovões não paravam de soar no céu nem um segundo. A chuva só piorava a visão. Tudo deixava aquela noite muito assustadora. A maioria das pessoas já estava em casa, enroladas em seus grossos mantos, aos pés estavam duas canecas de chocolate quente e no sofá com sua família. Outras tentavam chegar o mais rápido possível. Ninguém entendia como estava chovendo. No minuto atrás estava um belo dia de sol, que daria um dia de praia. As pessoas atrás buzinavam para seja lá o que for sair logo. Mas não era um carro que bateu, nem nada. Havia algo atrapalhando logo ali na frente.
Um corpo.
A policia já tinha sido chamada, mas seria impossível achar algo no meio daquela chuva.
Isabella suspirou e apertou suas mãos enluvadas no volante, e virou-se para o banco de trás:
– Já volto – declarou. – Vou ver o que está acontecendo. Feche o carro.
Charlly, seu filho de oito anos, olhou-a sem nada dizer.
Ela suspirou novamente, se virou para frente e abriu a porta.
O frio quase lhe derrubou. Estava insuportável e nada amigável. Ela fechou os olhos.
Bella – como gostava de ser chamada – caminhou até a multidão que se amontoava e pediu licença. E foi concedida. Parou onde a fita amarela limitava. Seu olhar estava reto. Ela olhava para frente. Onde a Mansão Black estava. E, por fim olhou para baixo.
Onde jazia o corpo de Jacob Black, seu marido.
O céu estava cinzento e sombrio, os trovões não paravam de soar no céu nem um segundo. A chuva só piorava a visão. Tudo deixava aquela noite muito assustadora. A maioria das pessoas já estava em casa, enroladas em seus grossos mantos, aos pés estavam duas canecas de chocolate quente e no sofá com sua família. Outras tentavam chegar o mais rápido possível. Ninguém entendia como estava chovendo. No minuto atrás estava um belo dia de sol, que daria um dia de praia. As pessoas atrás buzinavam para seja lá o que for sair logo. Mas não era um carro que bateu, nem nada. Havia algo atrapalhando logo ali na frente.
Um corpo.
A policia já tinha sido chamada, mas seria impossível achar algo no meio daquela chuva.
Isabella suspirou e apertou suas mãos enluvadas no volante, e virou-se para o banco de trás:
– Já volto – declarou. – Vou ver o que está acontecendo. Feche o carro.
Charlly, seu filho de oito anos, olhou-a sem nada dizer.
Ela suspirou novamente, se virou para frente e abriu a porta.
O frio quase lhe derrubou. Estava insuportável e nada amigável. Ela fechou os olhos.
Bella – como gostava de ser chamada – caminhou até a multidão que se amontoava e pediu licença. E foi concedida. Parou onde a fita amarela limitava. Seu olhar estava reto. Ela olhava para frente. Onde a Mansão Black estava. E, por fim olhou para baixo.
Onde jazia o corpo de Jacob Black, seu marido.
by: Luna Schumman
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